25 agosto, 2012

Futuro reprovado - CRISTOVAM BUARQUE


O Brasil foi reprovado no vestibular para o futuro. Porque o futuro tem a cara de sua escola no presente. Nas últimas séries do nosso ensino fundamental - as escolas públicas, onde estuda a maior parte de nossos alunos -, a média do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) foi de 3,9. As escolas particulares foram aprovadas, mas com a sofrível nota 6. A média ponderada pelo número de alunos é de 4,1, envolvendo 1,8 milhão de alunos nas particulares com a média 6,0, e 12,4 milhões de alunos, nas públicas, com média 3,9.


No ensino médio, a média ponderada, incluindo as particulares é de 3,7.

Além da reprovação geral, o Ideb mostra que o Brasil é dividido pela desigualdade na educação dos filhos dos pobres e dos filhos das classes médias e altas. Na mesma semana, o "Jornal Nacional", da Rede Globo, mostrou a situação de nossas escolas, passando a sensação de que assistíamos a notícias de um terremoto, que está a devastar nosso futuro. Outro programa, o "CQC", da Rede Band, mostrou escolas em uma cidade do Piauí, certamente piores do que as piores do mundo. Foi possível ver o futuro. E não pareceu bonito.

Apesar disso, o MEC comemorou os resultados e ainda divulgou nota à imprensa, no dia 14 de agosto, dizendo que "o Brasil tem motivos a comemorar". O ministro está no cargo há apenas oito meses e não tem culpa por este desempenho, mas deveria reconhecer a tragédia, a vergonha e convencer a presidente da República a fazer pela educação o esforço que vem fazendo na economia. A presidente precisa entender a gravidade da falta de infraestrutura educacional, ainda maior do que foi a falta de infraestrutura física, e convocar todo o país a se empenhar por uma urgente revolução na educação de base. Enquanto o Brasil traça meta para o Ideb alcançar a nota 6,0 em 2021, a China está programando voo tripulado à Lua, antes de 2020.

Análise cuidadosa mostra que, na média, as escolas públicas federais se saem melhor do que as particulares. A melhor nota, 8,6, foi obtida por duas escolas particulares: Escola Santa Rita de Cássia e Escola Carmélia Dramis Malaguti conseguiram o primeiro lugar com nota 8,6. Logo em seguida uma federal; o Colégio de Aplicação da UFPE teve nota 8,1; e a média das públicas federais do ensino fundamental (6,3) foi superior à das escolas particulares (6,0).

Isso mostra que o caminho para fazer a revolução educacional que o Brasil precisa passa pela ampliação da presença federal na educação básica. A federalização exige um ministério para cuidar apenas da educação básica; a implantação de uma carreira federal para os professores; e a responsabilidade da União sobre a qualidade de cada escola, todas em horário integral. Isso pode ser feito por cidade, chegando a todo o Brasil no prazo de 20 anos.

Isto pode ser feito. Até porque o futuro tem a cara de sua escola no presente. E a cara de nossas escolas mostra um futuro reprovado.


O GLOBO
25/08/2012

12 junho, 2012

Sociólogos & Sociologia

Na linha de frente

Desde a obrigatoriedade legal do ensino de Sociologia, estimamos que mais de trinta mil professores atuam nas escolas de Ensino Médio no País. Nesta entrevista, conversamos com o sociólogo e professor Márcio Franco
Por Lejeune Mato Grosso de Carvalho



Sociólogo e professor de Sociologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Márcio Franco possui pós-graduação em Educação Ambiental, em Psicopedagogia e em Gestão Educacional. Fez mestrado em Educação na UERJ e mestrado em Psicopedagogia pela Universidade de Havana. Leciona Sociologia, Geografia e disciplinas pedagógicas na Educação Básica e Superior. Atualmente, leciona na Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro e na Secretaria Municipal de Educação da cidade do Rio de Janeiro. É diretor do Sindicato dos Sociólogos do Estado do RJ.

CONTE-NOS SUA TRAJETÓRIA COM RELAÇÃO À OPÇÃO DE TORNAR-SE SOCIÓLOGO E AO MESMO TEMPO PROFESSOR DE SOCIOLOGIA.
Todos os testes vocacionais que fiz, antes de entrar na faculdade, apresentaram inclinações para todas as áreas: saúde, humanas e tecnológica. As psicólogas e pedagogas que me entrevistavam, depois de aplicados os testes, sempre se mostraram intrigadas com isso. Eu também nunca me considerei com inclinação para uma área específica. Quando chegou a ocasião da inscrição no vestibular, após o estudo da matriz curricular de quase todos os cursos, percebi que o de Ciências Sociais, em especial o da UERJ, era o mais amplo. Tínhamos Sociologia, Antropologia e Ciência Política durante os quatro anos do curso, três anos de Economia, dois de História Geral, um de História do Brasil, História da Arte, Relações Internacionais, Geografia e Psicologia Social, e outras disciplinas, como Metodologia da Pesquisa, Estatística, Matemática, etc., além das disciplinas de Pedagogia, na licenciatura. O bacharelado podia ser feito concomitantemente com a licenciatura. Aí não tive dúvidas: optei por Ciências Sociais.

COMO VOCÊ TEM CONHECIMENTO, TRAVAMOS UMA LUTA QUE DUROU 11 ANOS - 1997 A 2008 - PARA MUDAR A LDB DE FORMA A DAR-LHE UMA REDAÇÃO ENFÁTICA SOBRE A OBRIGATORIEDADE DO ENSINO DA SOCIOLOGIA NAS ESCOLAS DE NÍVEL MÉDIO. QUE BALANÇO VOCÊ FAZ SOBRE ISSO EM PLANO NACIONAL?
A Lei que emendou a LDB, de nº 11.684 de 2008, que torna o ensino de Sociologia obrigatório nos três anos do Ensino Médio, foi sem dúvida, uma importante conquista. Passados esses primeiros anos, penso que é necessário que seja feito um amplo levantamento para podermos saber a situação da implantação da Sociologia nos estados. Precisamos saber qual é o currículo, número de horas/ aula, condições de trabalho desses professores (as), o seu perfil, qual a posição deles quanto aos livros didáticos aprovados pelo MEC. Considero que é necessário que os alunos opinem sobre o ensino de Sociologia. Em outras palavras, precisamos fazer um estudo sério para sabermos como anda o ensino de Sociologia na Educação Básica pelo Brasil.

Lamentavelmente, depois de mais de 20 anos de luta, no dia 1º de
dezembro de 2011, a sociedade fluminense viu publicada no Diário
Oficial do Estado a redução da carga horária das disciplinas de Sociologia
e Filosofia a partir de 2012, comprometendo seriamente a qualidade
do trabalho duramente desenvolvido por docentes e discentes da rede estadual

COMO ANDA A IMPLANTAÇÃO DAS AULAS DE SOCIOLOGIA NO ESTADO DO RJ ? FALE-NOS SOBRE A CARGA HORÁRIA SEMANAL, PROGRAMA, FORMAÇÃO DOCENTE, REMUNERAÇÃO.
A disciplina de Sociologia, no Ensino Médio, existe desde 1989 quando foi promulgada a Constituição Estadual. Contudo, ela não era obrigatória nos três anos do Ensino Médio, nem no setor privado de ensino. Ela só era ministrada nas redes públicas, mantidas pelo governo do Estado, no Ensino Médio regular, nas escolas da Secretaria de Educação (SEEDUC), e no Ensino Médio técnico, nas escolas da Fundação de Apoio à Escola Técnica (FAETEC). Em 2008, ano de fundação do SINDSERJ, realizamos uma Audiência Pública na Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Estado, a ALERJ, para debatermos a obrigatoriedade da Sociologia nos três anos, que contou com a participação do Sinpro-Rio - Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro, SEPE/RJ - Sindicato dos Profissionais de Educação do Estado e da APSERJ - Associação Profissional dos Sociólogos. No mesmo ano, promovemos na FAETEC um fórum de entidades para discutir essa questão.


A ENTREVISTA CONTINUA:


http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/ESSO/Edicoes/40/artigo256330-1.asp

26 maio, 2012


"A Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais - ABECS foi fundada em assembleia no dia 11 de maio de 2012. Um projeto há muito desejado que se concretiza com apoios decisivos de pesquisadores e docentes de mais de 12 estados da federação e de todos os segmentos de ensino. A ABECS é uma instituição em defesa da promoção e da qualificação do ensino de ciências sociais e sua fundação se deu pelo esforço concentrado de muitos colegas dedicados, por iniciativa própria e voluntariado, desde a concepção até mesmo ao rateio das despesas, pois que não contou com nenhum tipo de apoio financeiro. E foi concebida e criada por meio de um processo democrático e transparente que envolveu profissionais altamente comprometidos com seu objeto, além da participação intensa de docentes da educação básica. Portanto, desde sua fundação cumpre com seus objetivos afirmados no manifesto de seu lançamento.
Em breve a gravação da assembleia de fundação estará disponível online para o conhecimento de todos. Assim como estarão disponíveis para conhecimento de todo(a)s a Ata de Fundação, o Estatuto e a ficha de associação com as devidas orientações. O site da associação está em construção, assim como o projeto de sua revista. Há comissões específicas trabalhando para isso e assim que disponíveis repassarei as informações.
Agradecemos aos que contribuíram para que este projeto se tornasse uma realidade. Agora temos muito trabalho pela frente, rumo ao I Congresso ABECS, em Aracajú, abril do próximo ano. Participem!
À Direção pro tempore eleita, nossos votos de sucesso ante os desafios que enfrentarão. A todo(a)s nossos agradecimentos.
Em anexo, foto da Direção pro tempore, ao final da assembleia de fundação. A Direção pro tempore conta com docentes e pesquisadores da educação básica e do ensino superior, de diferentes estados da federação:

Presidente: Amurab Oliveira - AL
1º Vice presidente: Thiago Ingrassia - RS
2º Vice presidente: Sônia Jobm - RJ
Tesoureiro: Fabson Calixto - AL
Secretária Executva: Tania Magno - SE
Secretária Adjunta: Elinete Aquino - RJ
Secretário Adjunto: Rodolfo Feitosa - PE
Comissão de Legislação e Recursos: Amaury Moraes - SP
Comissão de Formação Docente: Luiz Fernandes - RJ
Comissão do Portal: Nelson Tomazzi - PR
Comissão Revista: Adélia Miglievch - ES
Comitê de Ética: Maykon Almeida - RJ
Conselho Fiscal:
1º Titular: Flávio Sarandy - RJ
2º Titular: Eleanor Palhano - PA
3º Titular: Luis Fernando - RS
1º Suplente: Fátima Ivone - RJ
2º Suplente: Nalayne Pinto - RJ"

* * * 
"Perguntas e Respostas sobre a Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais

O que é a Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais?
A Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais ou ABECS é uma associação civil cuja finalidade maior é promover o ensino de ciências sociais no Brasil.O propósito da ABECS, de acordo com o Manifesto de lançamento desta iniciativa, é agregar professores da educação básica àqueles das universidades que estejam interessados ou preocupados com o ensino das ciências sociais, em todos os segmentos educacionais. Além de criar canais de comunicação entre estes professores propõe-se realizar uma ponte entre educação básica e universidade. Parte-se da ideia que não há nenhuma organização brasileira que trate especificamente desta questão e ao mesmo tempo integre todos os professores de todos os segmentos de ensino. Por isso, a ABECS deve integrar como seus associados os professores da educação básica, dos cursos de graduação e de pós-graduação em ciências sociais e afins, e também em caráter temporário, até que se tornem professores, os graduandos e pós-graduandos nestas áreas.

Qual ou quais o(s) objetivo(s) da ABECS?
De acordo com a proposta de estatuto a ser aprovada em Assembelia de Fundação da ABECS, constituem objetivos da associação:
A ABECS não é um sindicato. A ABECS é uma associação civil.
Cabe observar, em primeiro lugar, que o artigo 511 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT distingue entre associação profissional e sindicato. Sobretudo se a interpretação se der em conjunto com o artigo 53 do Código Civil Brasileiro e a doutrina jurídica estabelecida. Assim, é possível a criação de uma associação profissional em um setor econômico, ainda que já exista um sindicato do mesmo setor. A principal diferença, no entanto, é que a associação profissional não representará a categoria, vale dizer, não assinará convenções trabalhistas nem receberá contribuição sindical, pois que representa somente os seus associados e não "toda a categoria", como o sindicato. A finalidade de uma associação profissional, segundo a legislação vigente, é de fomentar estudos e atuar em defesa dos interesses profissionais, em nosso caso, a promoção e a qualificação do ensino das ciências sociais em todos os segmentos do ensino. Como reza a CLT, em seu artigo 511, “É lícita a associação para fins de estudo, defesa e coordenação dos seus interesses econômicos ou profissionais de todos os que, como empregadores, empregados, agentes ou trabalhadores autônomos, ou profissionais liberais, exerçam, respectivamente, a mesma atividade ou profissão ou atividade ou profissões similares ou conexas”. Em conjunto com o artigo 53, tem a doutrina jurídica acolhido o conceito de associação profissional como voltada a objetivos de interesse profissional, porém sem poder de representação da categoria perante o Estado e distinta de sindicato.Entretanto, para o nosso entendimento comum e para além das classificações terminológicas basta compreendermos que a ABECS é uma associação civil.A ABECS, portanto, é pessoa jurídica de direito civil com escopo, objetivos e normas específicas, em atenção aos princípios e normas constitucionais e ao Código Civil. De um ponto de vista jurídico, portanto, define-se como associação civil. Do um ponto de vista de seu objeto define-se como uma associação científica (ou acadêmica, compreendida aqui a expressão "acadêmica" como "relativa ao ensino"), cujas finalidades estão estabelecidas em sua proposta de estatuto, como normatiza o Código Civil. E não sendo um sindicato, a associação a ser fundada não pretende - porque, inclusive, não poderia pretender - representar a categoria dos cientistas sociais ou dos professores de ciências sociais ou de sociologia, porém representar os seus associados, que por vontade e decisão individual se associarem. Isso não significa que a associação não trabalhará para todos os professores de ciências sociais, de todos os segmentos de ensino, pois na medida em que atuar na defesa do ensino das ciências sociais, incluída aqui a sociologia como disciplina do ensino médio, e na medida em que atuar para a qualidade deste ensino, beneficiará a todos, indistintamente e independente de serem associados ou não. Mas não poderá juridicamente, nem é seu propósito, falar em nome dos profissionais da categoria, o que já foi previsto em seu projeto original e no Manifesto de lançamento desta iniciativa.
A ABECS não é um sindicato. A ABECS é uma associação civil.
Cabe observar, em primeiro lugar, que o artigo 511 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT distingue entre associação profissional e sindicato. Sobretudo se a interpretação se der em conjunto com o artigo 53 do Código Civil Brasileiro e a doutrina jurídica estabelecida. Assim, é possível a criação de uma associação profissional em um setor econômico, ainda que já exista um sindicato do mesmo setor. A principal diferença, no entanto, é que a associação profissional não representará a categoria, vale dizer, não assinará convenções trabalhistas nem receberá contribuição sindical, pois que representa somente os seus associados e não "toda a categoria", como o sindicato. A finalidade de uma associação profissional, segundo a legislação vigente, é de fomentar estudos e atuar em defesa dos interesses profissionais, em nosso caso, a promoção e a qualificação do ensino das ciências sociais em todos os segmentos do ensino. Como reza a CLT, em seu artigo 511, “É lícita a associação para fins de estudo, defesa e coordenação dos seus interesses econômicos ou profissionais de todos os que, como empregadores, empregados, agentes ou trabalhadores autônomos, ou profissionais liberais, exerçam, respectivamente, a mesma atividade ou profissão ou atividade ou profissões similares ou conexas”. Em conjunto com o artigo 53, tem a doutrina jurídica acolhido o conceito de associação profissional como voltada a objetivos de interesse profissional, porém sem poder de representação da categoria perante o Estado e distinta de sindicato.Entretanto, para o nosso entendimento comum e para além das classificações terminológicas basta compreendermos que a ABECS é uma associação civil.A ABECS, portanto, é pessoa jurídica de direito civil com escopo, objetivos e normas específicas, em atenção aos princípios e normas constitucionais e ao Código Civil. De um ponto de vista jurídico, portanto, define-se como associação civil. Do um ponto de vista de seu objeto define-se como uma associação científica (ou acadêmica, compreendida aqui a expressão "acadêmica" como "relativa ao ensino"), cujas finalidades estão estabelecidas em sua proposta de estatuto, como normatiza o Código Civil. E não sendo um sindicato, a associação a ser fundada não pretende - porque, inclusive, não poderia pretender - representar a categoria dos cientistas sociais ou dos professores de ciências sociais ou de sociologia, porém representar os seus associados, que por vontade e decisão individual se associarem. Isso não significa que a associação não trabalhará para todos os professores de ciências sociais, de todos os segmentos de ensino, pois na medida em que atuar na defesa do ensino das ciências sociais, incluída aqui a sociologia como disciplina do ensino médio, e na medida em que atuar para a qualidade deste ensino, beneficiará a todos, indistintamente e independente de serem associados ou não. Mas não poderá juridicamente, nem é seu propósito, falar em nome dos profissionais da categoria, o que já foi previsto em seu projeto original e no Manifesto de lançamento desta iniciativa.
(...)

Que ações estão originalmente previstas no projeto da ABECS?
Conforme o Manifesto de lançamento desta iniciativa, propõe-se como ações básicas:
(...)
O projeto ABECS prevê originalmente ser uma estrutura administrativa pequena e ágil no nível nacional e criar Unidades Regionais, que tenham maior presença na vida dos professores e possam atuar mais diretamente nas questões que surgirem. Em muitos estados será possível criar mais de uma Unidade Regional, devido ao número de universidades e escolas do ensino médio e mesmo levando em conta a diversidade regional e a questão espacial. A ideia é que as Unidades Regionais sejam autônomas e possam trabalhar sem o controle nacional e com muita independência, pois que as ações da ABECS deverão ser locais e de interesse local e/ ou nacional. A ABECS, como associação científica, logo, associação civil, prevê um trabalho administrativo descentralizado, enraizado localmente, e por iniciativa dos próprios associados. Portanto, as Unidades Regionais serão criadas onde os associados de cada localidade decidirem por iniciativa e esforço próprio. Não haverá imposição e decisões "de cima pra baixo", a não ser no que se refere ao estatuto da associação, que será válido para todos os associados e, portanto, para todas as Unidades Regionais. Às Unidades Regionais, como instância de ação da ABECS, cabem definir como implementar os objetivos da associação. A direção da associação, em nível nacional, será constituída por sistema colegiado com a participação de representantes de cada Unidade Regional. Para constituir uma Unidade Regional os associados deverão se reunir em suas localidades, discutirem os objetivos da associação e um plano de ações e, por fim, proporem sua criação de acordo com o que for estipulado em estatuto.


Como se iniciou o processo de criação desta associação?
Um grupo de professores e pesquisadores, da educação básica e do ensino superior, todos há muito envolvidos com a defesa, o ensino, a formação docente e a pesquisa acadêmica no âmbito da sociologia como disciplina do ensino médio, alguns membros ou ex-membros da antiga Comissão de Ensino da SBS, decidiram propor a iniciativa, que vinha sendo cogitada há alguns anos por diversos profissionais da área, e buscaram mobilizar tanto quanto possível os demais colegas para integrarem este projeto. Este mesmo grupo elaborou e assinou o Manifesto que lançou a iniciativa, disponível online.

Quem está organizando o processo de criação da Associação?
Em primeiro lugar, constituíram organizadores da associação os que originalmente assinaram o Manifesto que lançou a proposta da associação. Entretanto, como desde o início foi criado um grupo virtual, no Google Grupos, para que docentes e pesquisadores de todos os segmentos de ensino e de de todos os estados do país, que estivessem interessados, pudessem participar, decidiu-se que por iniciativa própria e individual e por consenso no próprio grupo virtual, colegas se apresentassem para coordenar o trabalho organizativo. Assim foi sendo constituída uma divisão de trabalho e os próprios integrantes do grupo virtual foram assumindo as tarefas necessárias à fundação da associação. Diversas questões foram debatidas e decididas, inclusive por eleição virtual, pela totalidade dos integrantes do grupo virtual, a exemplo de seu nome, da cidade sede da fundação da associação, das instituições que ficariam responsáveis pelo trabalho prático-operacional e pelo fornecimento de local adequado para a fundação da associação. Assim foi proposto o Colégio Pedro II por razão simbólica. Do mesmo modo os colegas da UFRRJ se apresentaram com a possibilidade de acolher o evento de fundação com infra-estrutura institucional. Localmente, na cidade escolhida para a fundação, foi constituída uma comissão de apoio local com a finalidade de elaborar uma programação para o evento de fundação, dado que tal tarefa implicou em conversar com as pessoas das instituições que ofereceram as condições materiais para o evento de fundação, no caso, a UFRRJ e o Colégio Pedro II. Assim que a programação foi concluída, foi apresentada no grupo virtual para deliberação e aprovada. Portanto, todos os que fazem parte do grupo virtual, em princípio, constituem os organizadores, os autores da concepção e os responsáveis pela fundação da associação, ainda que a inciativa da associação tenha nascido de um projeto proposto à discussão e à aceitação voluntária, ainda que nem todos tenham oferecido contribuições diretas e específicas, ainda que nem todos tenham assumido tarefas e responsabilidades de coordenação dos debates sobre aspectos da organização da associação e ainda que nem todos tenham assumido funções práticas de organização do evento de fundação. As funções de operacionalização prática do evento de fundação (dos debates e, principalmente, da Assembleia de Fundação da associação) ficaram sob a responsabilidade dos colegas das instituições que forneceram as condições institucionais e materiais para a fundação da associação, com o apoio, mais uma vez, voluntário, de quem se dispôs a ajudar. Todas as contribuições para a organização e fundação da associação tem sido enviadas diretamente ao grupo virtual e neste âmbito discutidas, apreciadas e deliberadas. (...)".
Um grupo de professores e pesquisadores, da educação básica e do ensino superior, todos há muito envolvidos com a defesa, o ensino, a formação docente e a pesquisa acadêmica no âmbito da sociologia como disciplina do ensino médio, alguns membros ou ex-membros da antiga Comissão de Ensino da SBS, decidiram propor a iniciativa, que vinha sendo cogitada há alguns anos por diversos profissionais da área, e buscaram mobilizar tanto quanto possível os demais colegas para integrarem este projeto. Este mesmo grupo elaborou e assinou o Manifesto que lançou a iniciativa, disponível online.


Quem está organizando o processo de criação da Associação?
Em primeiro lugar, constituíram organizadores da associação os que originalmente assinaram o Manifesto que lançou a proposta da associação. Entretanto, como desde o início foi criado um grupo virtual, no Google Grupos, para que docentes e pesquisadores de todos os segmentos de ensino e de de todos os estados do país, que estivessem interessados, pudessem participar, decidiu-se que por iniciativa própria e individual e por consenso no próprio grupo virtual, colegas se apresentassem para coordenar o trabalho organizativo. Assim foi sendo constituída uma divisão de trabalho e os próprios integrantes do grupo virtual foram assumindo as tarefas necessárias à fundação da associação. Diversas questões foram debatidas e decididas, inclusive por eleição virtual, pela totalidade dos integrantes do grupo virtual, a exemplo de seu nome, da cidade sede da fundação da associação, das instituições que ficariam responsáveis pelo trabalho prático-operacional e pelo fornecimento de local adequado para a fundação da associação. Assim foi proposto o Colégio Pedro II por razão simbólica. Do mesmo modo os colegas da UFRRJ se apresentaram com a possibilidade de acolher o evento de fundação com infra-estrutura institucional. Localmente, na cidade escolhida para a fundação, foi constituída uma comissão de apoio local com a finalidade de elaborar uma programação para o evento de fundação, dado que tal tarefa implicou em conversar com as pessoas das instituições que ofereceram as condições materiais para o evento de fundação, no caso, a UFRRJ e o Colégio Pedro II. Assim que a programação foi concluída, foi apresentada no grupo virtual para deliberação e aprovada. Portanto, todos os que fazem parte do grupo virtual, em princípio, constituem os organizadores, os autores da concepção e os responsáveis pela fundação da associação, ainda que a inciativa da associação tenha nascido de um projeto proposto à discussão e à aceitação voluntária, ainda que nem todos tenham oferecido contribuições diretas e específicas, ainda que nem todos tenham assumido tarefas e responsabilidades de coordenação dos debates sobre aspectos da organização da associação e ainda que nem todos tenham assumido funções práticas de organização do evento de fundação. As funções de operacionalização prática do evento de fundação (dos debates e, principalmente, da Assembleia de Fundação da associação) ficaram sob a responsabilidade dos colegas das instituições que forneceram as condições institucionais e materiais para a fundação da associação, com o apoio, mais uma vez, voluntário, de quem se dispôs a ajudar. Todas as contribuições para a organização e fundação da associação tem sido enviadas diretamente ao grupo virtual e neste âmbito discutidas, apreciadas e deliberadas. (...)".

Quem está organizando o processo de criação da Associação?
Em primeiro lugar, constituíram organizadores da associação os que originalmente assinaram o Manifesto que lançou a proposta da associação. Entretanto, como desde o início foi criado um grupo virtual, no Google Grupos, para que docentes e pesquisadores de todos os segmentos de ensino e de de todos os estados do país, que estivessem interessados, pudessem participar, decidiu-se que por iniciativa própria e individual e por consenso no próprio grupo virtual, colegas se apresentassem para coordenar o trabalho organizativo. Assim foi sendo constituída uma divisão de trabalho e os próprios integrantes do grupo virtual foram assumindo as tarefas necessárias à fundação da associação. Diversas questões foram debatidas e decididas, inclusive por eleição virtual, pela totalidade dos integrantes do grupo virtual, a exemplo de seu nome, da cidade sede da fundação da associação, das instituições que ficariam responsáveis pelo trabalho prático-operacional e pelo fornecimento de local adequado para a fundação da associação. Assim foi proposto o Colégio Pedro II por razão simbólica. Do mesmo modo os colegas da UFRRJ se apresentaram com a possibilidade de acolher o evento de fundação com infra-estrutura institucional. Localmente, na cidade escolhida para a fundação, foi constituída uma comissão de apoio local com a finalidade de elaborar uma programação para o evento de fundação, dado que tal tarefa implicou em conversar com as pessoas das instituições que ofereceram as condições materiais para o evento de fundação, no caso, a UFRRJ e o Colégio Pedro II. Assim que a programação foi concluída, foi apresentada no grupo virtual para deliberação e aprovada. Portanto, todos os que fazem parte do grupo virtual, em princípio, constituem os organizadores, os autores da concepção e os responsáveis pela fundação da associação, ainda que a inciativa da associação tenha nascido de um projeto proposto à discussão e à aceitação voluntária, ainda que nem todos tenham oferecido contribuições diretas e específicas, ainda que nem todos tenham assumido tarefas e responsabilidades de coordenação dos debates sobre aspectos da organização da associação e ainda que nem todos tenham assumido funções práticas de organização do evento de fundação. As funções de operacionalização prática do evento de fundação (dos debates e, principalmente, da Assembleia de Fundação da associação) ficaram sob a responsabilidade dos colegas das instituições que forneceram as condições institucionais e materiais para a fundação da associação, com o apoio, mais uma vez, voluntário, de quem se dispôs a ajudar. Todas as contribuições para a organização e fundação da associação tem sido enviadas diretamente ao grupo virtual e neste âmbito discutidas, apreciadas e deliberadas. (...)".

  1. Congregar os profissionais que atuem no ensino ou pesquisem sobre o ensino das Ciências Sociais/Sociologia, em todos os níveis e segmentos deste setor, a saber: educação básica, graduação e pós-graduação;
  2. Apoiar os eventos e fóruns dedicados ao ensino e a pesquisa do ensino das Ciências Sociais/Sociologia, em todo o território nacional;
  3. Discutir a formulação, implementação, execução e avaliação de políticas públicas de educação, sobretudo, as voltadas ao ensino das Ciências Sociais/Sociologia, e posicionar–se em relação a elas;
  4. Promover o diálogo entre as ciências de referência, (Antropologia, Ciência Política e Sociologia) a educação e áreas afins, com vistas ao desenvolvimento do ensino das Ciências Sociais, estimulando os seus membros a participarem e contribuírem em diferentes fóruns, associações científicas e demais eventos que tratem de assuntos relativos ao ensino das Ciências Sociais/Sociologia;
  5. Zelar pelos interesses comuns de seus associados no que concerne às atividades do ensino de Ciências Sociais/Sociologia nas suas variadas dimensões;
  6. Atuar na obtenção de recursos para o desenvolvimento de atividades relevantes para a área, em especial nos âmbitos do ensino, da pesquisa, desenvolvimento e formação;
  7. Apoiar e dispor de veículos de divulgação da produção didático–científica da área;
  8. Apoiar e promover a formação dos profissionais que atuam no ensino de Ciências Sociais/Sociologia em todos os níveis, modalidades e segmentos de ensino;
  9. Apoiar e promover a pesquisa acerca do ensino das Ciências Sociais/Sociologia, em todas as temáticas, abordagens e paradigmas de interesse de seus membros;
  10. Estimular a parceria, o diálogo local, regional, nacional e internacional, bem como a solidariedade entre os diferentes segmentos sociais, participando com outras organizações de atividades que visem a interesses comuns;
  11. Subsidiar e divulgar a pesquisa educacional vinculada ao ensino das Ciências Socais/Sociologia no âmbito das universidades e instituições de pesquisa;
  12. Atuar como fórum de debates, contribuindo para uma avaliação sistemática e fundamentada das ações realizadas no setor e posicionar–se em defesa do interesse público encaminhando propostas e sugestões a órgãos que efetivam políticas públicas ou ações de formação, pesquisa e ensino das Ciências Sociais/Sociologia ;
  13. Promover o contato entre as instituições de ensino superior e as de ensino fundamental e médio visando à troca de experiências educacionais entre elas;
  14. Apoiar o desenvolvimento da educação em geral na sociedade brasileira, contribuindo para o seu aprimoramento democrático;
* * *

A ABECS é um sindicato?

- Manter um site (ou portal) onde todos podem se referir e postar suas questões, discutir, encontrar materiais de


apoio, etc.



- Criar a revista (eletrônica) para publicizar a produção relacionada ao ensino das ciências sociais.



- Propiciar apoio logístico junto a órgãos estaduais e federais para a realização de eventos e outras questões



 que forem necessárias



- Manter relação com a demais Sociedades/Associações científicas (SBS-ABCP-ABAS) e outras de Ensino


(Filosofia, Geografia, História, etc. ), bem como com os Sindicatos nos



níveis regional e nacional, esclarecendo que se propõe uma atuação complementar a estas organizações.


O que são Unidades Regionais e como constituí-las?
O projeto ABECS prevê originalmente ser uma estrutura administrativa pequena e ágil no nível nacional e criar Unidades Regionais, que tenham maior presença na vida dos professores e possam atuar mais diretamente nas questões que surgirem. Em muitos estados será possível criar mais de uma Unidade Regional, devido ao número de universidades e escolas do ensino médio emesmo levando em conta a diversidade regional e a questão espacial. A ideia é que as Unidades Regionais sejam autônomas epossam trabalhar sem o controle nacional e com muita independência, pois que as ações da ABECS deverão ser locais e de interesse local e/ ou nacional. A ABECS, como associação científica, logo, associação civil, prevê um trabalho administrativo descentralizado, enraizado localmente, e por iniciativa dos próprios associados. Portanto, as Unidades Regionais serão criadas onde os associados de cada localidade decidirem por iniciativa e esforço próprio. Não haverá imposição e decisões "de cima pra baixo", a não ser no que se refere ao estatuto da associação, que será válido para todos os associados e, portanto, para todas as Unidades Regionais. Às Unidades Regionais, como instância de ação da ABECS, cabem definir como implementar os objetivos da associação. A direção da associação, em nível nacional, será constituída por sistema colegiado com a participação de representantes de cada Unidade Regional. Para constituir uma Unidade Regional os associados deverão se reunir em suas localidades, discutirem os objetivos da associação e um plano de ações e, por fim, proporem sua criação de acordo com o que for estipulado em estatuto."

Fonte: http://sociologiaemteste.blogspot.com.br/2012/05/sobre-abecs.html

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Mestrado em Ciências Sociais da Universidade Estadual de Londrina/PR.

Nova linha de pesquisa "Ensino de Sociologia" que possui como ementa:
Esta linha de pesquisa desenvolve estudos sobre as dimensões sociais, políticas e culturais dos processos de ensino das ciências sociais/sociologia, concentrando-se nas seguintes temáticas: 1) o ensino de sociologia na Educação Básica (compreendendo todos os níveis e modalidades); 2) o ensino religioso (ER) no ensino fundamental; 3) o ensino de Ciências Sociais (Antropologia, Ciência Política e Sociologia) na educação superior e na pós-graduação; 4) a formação do cientista social; 5) a formação do professor de sociologia para a educação básica; 6) conteúdos, metodologias, currículos e epistemologias do ensino de Ciências sociais, das religiões e da sociologia para a educação básica.

TÓPICOS

Escola e currículo;
Proposta das Ciências Sociais (trabalho, desigualdades, etnicidades, gênero, juventude, Estado e política educacional);
Metodologia de Ensino e Formação do Cientista Social;
Análise de dados para o ensino de Ciências Sociais;
A inserção das Ciências Sociais na formação universitária;
Ensino Religioso

Para maiores informações veja o folder e acesse o sítio:

29 março, 2012

Projeto define as atribuições dos Sociólogos


Sabino Castelo Branco diz que a lei atual é muito vaga e prejudica os sociólogos.
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7613/10, do deputado Sabino Castelo Branco (PTB-AM), que amplia as atribuições do sociólogo. O deputado sustenta que o projeto é necessário para corrigir a Lei 6.888/80, que diz que a competência desse profissional abrange toda a realidade social – o que é muito indefinido.
Essa imprecisão, diz Castelo Branco, se em 1980 já não servia para delimitar um espaço próprio de atuação profissional, com o tempo mostrou-se prejudicial para os sociólogos, pela invasão de sua área de conhecimento por outras profissões que disputam espaço no mercado.
"As competências e atribuições relacionadas ao profissional graduado em Ciências Sociais (Sociologia, Antropologia e Ciência Política) necessitam de um novo texto legal", resume o deputado.
Pelo projeto, são as seguintes as atribuições do sociólogo:
- estabelecer diagnóstico ou prognóstico sobre fenômeno da realidade social, manifestação cultural do povo ou dinâmica política da sociedade;
- interpretar, julgar e solucionar problemas relacionados às relações sociais, identitárias ou de poder;
- dar consultoria ou assessoria, promover investigação ou crítica, emitir laudo ou parecer, elaborar plano ou programa, coordenar projeto ou ação, assinar relatório ou memorial, que requeiram amplo entendimento de métodos e técnicas de Sociologia;
- participar de estudo ou relatório de impacto socioambiental, sociocultural ou socioeconômico, para fins de licenciamento obrigatório ou obtenção de incentivos fiscais;
- proceder análise causal dos resultados em pesquisa de opinião pública envolvendo métodos e técnicas da Sociologia para efeitos de registro legal e divulgação pública;
- dar publicidade, por meio físico ou virtual, à publicação ou texto relacionados à sociologia;
- elaborar prova de conhecimento ou avaliar trabalho escrito, bem como presidir banca de exame ou comissão julgadora, em concursos e outros certames, referentes à sociologia;
- ministrar o ensino de disciplina geral ou especial de sociologia, em todos os níveis da educação formal;
- chefiar quadro de professores em curso de formação e supervisionar e orientar atividades de alunos no campo da pesquisa, em estágio curricular ou no trabalho formal teórico e aplicado, na área da sociologia;
- dirigir setores dos órgãos públicos de análise, planejamento ou desenvolvimento que requeiram o domínio de conceitos, paradigmas e correntes do pensamento social, referentes à sociologia.

Segundo Sabino Castelo Branco, essa lista de atribuiçõers foi longamente debatida pelas entidades representativas da categoria profissional e da comunidade acadêmica, e se iguala, no conteúdo, às garantias desfrutadas por outras categorias, "assegurando aos sociólogos o controle sobre assuntos que dizem respeito, estritamente, a sua área de conhecimento".
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Educação e Cultura; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Luiz Claudio Pinheiro
Edição - Marcello Larcher
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'

FONTE: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/150336-PROJETO-DEFINE-AS-ATRIBUICOES-DOS-SOCIOLOGOS.html
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MARCELO ERBAS.

11 março, 2012

Alguns Sites (sítios), Blogs e outros links sobre Sociologia no EM


- Colégio D. Pedro II – Departamento de Sociologia -http://www.cp2.g12.br/UAs/se/departamentos/sociologia/index.html

- Laboratório de Ensino de Sociologia Florestan Fernandes - http://www.labes.fe.ufrj.br/

- LEFIS – Laboratório interdisciplinar de ensino de Filosofia e Sociologia http://www.sed.sc.gov.br/lefis/

- Biblioteca Virtual das Ciências Sociais – Florestan Fernandes

- Laboratório de Ensino de Sociologia (LES) – USP - http://www.ensinosociologia.fflch.usp.br/

- Blog - Sociologia em Teste - http://sociologiaemteste.blogspot.com/

- Socio(lizando)  - http://sociolizando.wordpress.com/

- Centro de referência  virtual do Professor – Minas Gerais   http://crv.educacao.mg.gov.br/sistema_crv/INDEX.ASP?ID_OBJETO=23967&ID_PAI=23967&AREA=AREA&P=T&id_projeto=27  (Procurar em cada item –Médio – Sociologia)


- Sociologia em rede - http://sociologiaemrede.ning.com/

- Blog de Sociologia do Professor Denis Wesley

- Blog Professores de sociologia – Ceará  http://sociologiaceara.blogspot.com/

- Blog - Sociologia na rede - http://www.cienciassociaisnarede.blogspot.com/

- Blog – Acessa sociologia - http://acessasociologia.zip.net/

- Estágio: Ensino de sociologia - http://pimentalab.net/blogs/estagio1/sobre-o-site/

- Mutirão de Sociologia - http://www.mutiraodesociologia.com.br/

- Blog – Informe e crítica - http://informecritica.blogspot.com/

21 fevereiro, 2012

AVISO - Grupos de Discussão de Sociólogos

Associação Virtual dos Sociólogos - AVISO

Grupos de Discussão na AVISO:

Sociólogo(a)s com atuação no SUAS (Sistema Único de Assistência Social) - http://groups.google.com/group/sociologosnosuas?hl=pt-BR

Sociólogo(a)s com atuação no Poder Judiciário -  

Sociólogo(a)s com atuação  na área da Saude -  

Sociólogo(a)s com atuação no Meio Ambiente, Recursos Hidricos Sustentabilidade e 
Planejamento Urbano - 

Sociologia das Redes Sociais -  

Acessem os grupos e façam vossos cadastros.

Federação Nacional dos Sociólogo - FNS - www.fns-brasil.org

15 fevereiro, 2012

O ensino de Sociologia incomoda?

(Socio)lizando

Publicado em

Por Ricardo Festi
Esta atividade se refere ao debate sobre a obrigatoriedade do ensino de Sociologia nas escolas, aprovado em 2006. Leia o trecho abaixo extraído do nosso livro didático e analise o discurso da revista Veja.

http://sociolizando.wordpress.com/2012/02/04/b2-at1-o-ensino-de-sociologia-incomoda/